domingo, 15 de outubro de 2017

[3204] É já na próxima sexta-feira!...

TAP e TACV fazem ponte aérea com mindelenses a chegar de meia em meia hora a Lisboa para assitirem à palestra que sexta-feira pelas 15h30 terá lugar em Almada sobre escultura e humor, a proferir por conhecido conferencista são-vicentino.

Sabe-se que os hotéis da zona estão lotados a 100% e que muitas pessoas estão a deslocar-se para Setúbal e para a capital de Portugal (até para o Algarve e Marrocos, nalguns casos), na mira de obterem alojamento.

Encontram-se também já na margem sul do Tejo (rio que como se sabe desagua no Porto Grande) dezenas de equipas de imprensa escrita, rádio e televisão que irão fazer a cobertura do memorável acontecimento. Uma delas, da RTSL (Rádiotelevisão de Santa Luzia), veio expressamente dessa populosa ilha cabo-verdiana, sendo esta a sua primeira reportagem de exteriores.
Nha Marquinha, no seu lar habitual

ÚLTIMA HORA: Praia de Bote acaba de ser informado pelo nosso correspondente Djosa de nha Bia, também porteiro em part-time do condomínio-fechado 18-2/8  de São Vicente, que "Nha Marquinha", temida figura da ilha do Monte Cara, estará presente na palestra. 

Ao que parece, a senhora obteve alojamento no Cemitério dos Prazeres, onde se encontrará e poderá receber visitas e flores até ao dia da palestra, regressando depois à sua residência do Mindelo.


Desenho de Carlos Botelho (página "Ecos da Semana" do jornal "Sempre Fixe" de 3 de Abril de 1930), alusivo à colocação da estátua de Francisco dos Santos  "Lisboa reedificada" no monumento ao marquês de Pombal, então em construção. Este, só seria inaugurado em 13 de Maio de 1934. Quando ali se fala na "verdade", é piada de comparação com a "Verdade" do monumento também lisboeta a Eça de Queirós, do escultor Teixeira Lopes (1903), a figura feminina meio vestida/despida que se pode ver sob o busto do escritor de "Os Maias".

terça-feira, 10 de outubro de 2017

[3201] A cábrea do Porto Grande, essa velha senhora que ainda presta serviço na baía

Diz o Zeca Soares, em comentário ao post 3198: "Aproveitando agora esta deixa de cais acostável, lembrei-me de um elemento que foi fundamental na construção daqueles dois cais (Porto Grande e Porto Novo). Estou a falar da cábrea General João de Almeida. Seria bom que o Djack acrescentasse mais sobre este senhor pois ela ainda hoje, e apesar da idade avançada, continua a prestar o seu serviço na Baía do Porto Grande."

Para satisfazer o nosso amigo, fomos ao infindável baú do Pd'B (todos os dias ampliado com ofertas e aquisições) e demos com uma imagem da grande máquina, decisiva para a construção do cais acostável do Porto Grande (infelizmente má; ainda assim, mostra-a, no canto inferior esquerdo). 


















Mas temos mais: este programa que existe no nosso arquivo conta quase toda a história não só do cais de Santo Antão como do de São Vicente. A verdade (ali se informa) é que a cábrea flutuante tinha e tem uma capacidade de elevação de 60 toneladas. E querem saber quanto custou? 1800 contos, uma fortuna colossal para a época. Muitas mais coisas poderia contar, mas há mais que fazer e o tempo não chega para tudo. De modo que ficamo-nos com esta: no cais acostável do Porto Grande trabalharam diariamente 400 operários, todos portugueses, sendo que 90% deles eram cabo-verdianos...

Quanto ao nome de baptismo da cábrea, é o de um general do Exército que foi ministro das Colónias  e governador de Cabo Verde, durante o ano de 1927. Pode ver-se AQUI a sua biografia.

[3200] Ainda a inauguração do cais do Porto Novo, Santo Antão (ver post 3198)

Para que a coisa fique sedimentada, há que relembrar: o primeiro barco a atracar oficialmente no cais do Porto Novo foi o N/M "Ana Mafalda", da Sociedade Geral (Portugal), no dia 2 de Setembro de 1962, pelas 10h00. O NRP "Vouga" ficou ao largo. Meia hora depois, atracou o "Santo Antão", também da Sociedade Geral. Mistério para nós é saber os nomes dos dois outros barcos que atracaram a seguir e qual foi o terceiro e o quarto. Como se diz no programa, seguiram-se ao "Santo Antão" "duas unidades representativas das frotas de pesca e de pequena cabotagem". Arriscamos que o que representava a pequena cabotagem seria o "Carvalho", muito provável mas ainda assim duvidoso... Para rematar. aqui fica a planta do cais que já sofreu significativas melhorias mas no entanto tem 55 anos.


[3199] Concurso Praia de Bote: nova série

A primeira série do concurso do Praia de Bote compreendeu momentos altos e outros baixíssimos. Isto é, nalgumas vezes, grande e renhida participação: noutras, nenhuma. De qualquer modo, o saldo parece positivo e por isso vamos dar início a segunda série, terminada a primeira com um principal motivo: a desaparição do amigo sempre colaborante Zito Azevedo, perda nunca colmatada.

Assim, os três primeiros lugares foram para s seguintes participantes, sendo que nos casos do asterisco o número foi aumentado meio ponto (em ambos os casos havia já mais meio ponto nas classificações, resultantes de concursos semi-vencidos). Não podemos deixar de agradecer também ao Djosa Lopes, ao Fernando Frusoni, à Nita Ferreira, ao Val e ao Djosa Soares, as suas participações que animaram esta actividade concursal. Está dito, venha a segunda série...

1.º - Adriano M. Lima - 32*
2.º - Zito Azevedo - 15
3.º - Ondina Ferreira - 8*

[3198] Programa da inauguração do Porto Novo de Santo Antão

Ganhou o Zeca Soares, por uma unha negra ao Adriano, questão de minutos. Já lá tem o ponto no Hall of Fame. Em breve, organizaremos nova carreira de concursos, dado que esta já não tem razão de ser, devido ao desaparecimento de um dos mais persistentes e ganhadores concorrentes, o nosso amigo Zito Azevedo.



segunda-feira, 9 de outubro de 2017

[3197] Mais de três horas de Horácio Prateado. Para deixar a tocar, enquanto se faz qualquer outra coisa. Que outro blogue oferece maravilhas como esta? Hein?

[3196] Três barcos juntos serão um tribarco?

Num dia de 1962, estava o dono deste blogue a preparar-se para partir no mês seguinte para o Mindelo. Na mesma altura, estes barcos que aqui mostramos encontravam-se juntos, na mesma missão. Perguntamos aos três mosqueteiros, Adri, Val e Djosa (e também aos outros que nunca ou só raramente dão o ar da sua graça): que tarefa "cabo-verdiana barlaventista" tinha este terceto naval?



NRP Vouga (foto site Reserva Naval)

domingo, 8 de outubro de 2017

[3195] Cape Verdean Veterans Memorial Project (ver post anterior e post 3185)

Ver AQUI
São fotos. Vá passando devagar. Por vezes, parece que acabou e fica tudo escuro mas na verdade continua

[3194] Cape Verdean Veterans Memorial Project (ver post 3185)

[3193] Cesária Évora em "Crepuscular Solidão", de Teófilo Chantre (com Bonnie Raitt)

[3192] Crepúsculo, no cais da Alfândega, em São Vicente (c. anos 60 do séc. XX)


[3191] Que restará deste padrão que esteve junto ao Fortim d'El-Rei? (Não confundir com o padrão a Diogo Afonso, também destruído, situado perto deste)

Já degradado

Ainda mais degradado

[3190] De médico e de louco, todos temos um pouco... mas ser preso por isso?...

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[3189] Poderes públicos surdos, surdos, surdos...

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[3188] Cabo Verde diz que pode ser útil à OCDE. Ela que aceite, pois de facto pode ganhar com isso (e Cabo Verde também)

Ver AQUI

[3187] Mindelense, campeão de São Vicente em sub-19

[3186] Primeiro-ministro de Cabo Verde anuncia substituição de manuais escolares "doentes" (ver post 3183)

Praia de Bote riu-se da coisa que de facto era risível; agora, bate merecidas palmas! Quem reconhece erros, merece-as...
Ver AQUI e AQUI

[3185] Memorial aos veteranos cabo-verdianos que combateram pelos EUA

Ver AQUI e AQUI

[3184] Assomada mostra como se trabalha: novo e pioneiro terminal rodoviário! Aqui para nós, que ninguém nos ouve... nem a Cova da Piedade (Almada, Portugal) tem um!...

Prestes a ser inaugurada, a infraestrutura foi visitada esta sexta-feira pelo Presidente Beto Alves. “Estamos muito satisfeitos com a solução encontrada para o nosso terminal, e orgulhosos de sermos pioneiros nesta matéria. O Terminal Rodoviário de Assomada é uma obra notável”. Disse o edil de Santa Catarina

O Presidente Beto Alves visitou esta sexta-feira, 6, as obras finais daquele que vai ser, verdadeiramente, o primeiro terminal rodoviário do país.

Faltando apenas a construção (que se prevê muito rápida) da área coberta para alojamento de serviços do Terminal Rodoviário de Assomada, tudo indica que irá ser cumprido o calendário previamente definido, indo verificar-se, ao que tudo indica, a inauguração desta infraestrutura ainda este mês.

“Estamos muito satisfeitos com a solução encontrada para o nosso terminal, e orgulhosos de sermos pioneiros nesta matéria. O Terminal Rodoviário de Assomada é uma obra notável, que irá descongestionar o trânsito no centro da cidade e arrumá-la numa lógica de organização urbana ao serviço dos cidadãos”, disse Beto Alves a este portal no final da visita.

Recordamos que o Terminal Rodoviário está orçado em cerca de 15 mil contos, e comporta cinco mil metros quadrados de área utilizável, com capacidade para 170 viaturas. Para além do estacionamento, estará enquadrado por uma área de gabinetes, sala de passageiros, espaço verde e uma pequena praça.

António Alte Pinho
Gabinete de Comunicação e Imagem
Câmara Municipal de Santa Catarina





domingo, 1 de outubro de 2017

[3181] Conferência internacional sobre Património Cultural e Histórico Subaquático, no Mindelo

Para saber mais, veja este open Facebook, AQUI




[3180] Começa a arrefecer... em São Vicente... no início de Janeiro de 1908



O postal, com legenda hispano-britânica, foi selado em alto mar, com carimbo de Cabo Verde. O vapor, cujo nome desconhecemos, pertencia à inglesa Royal Mail Steam Packet Company (ver AQUI). Isto, a 5 de Janeiro de 1908, data em que o senhor Leon escrevia para a filha Madeleine, residente no Boulevard du Nord, Charleroi, Bélgica.

Dizia monsieur Léon (era engraçado que fosse o de Chez Leon em Bruxelas desde 1893, onde se comem moules et frites de estalo...) à sua querida Madeleine que ali (talvez em São Vicente, cara do postal) havia negrinhos que se lançavam à agua por algumas moedas que lhes atiravam. E que o tempo refrescara, estando a temperatura entre os 15 e os 18 graus.

Pena o senhor Léon não ter ido a terra comer uma cachupa, encimada com um bom grogue... Se o tivesse feito, decerto não se teria esquecido de o referir a Madeleine.

[3179] No Monte Sossego, elas são giras, mas muito pobres. Nenhuma tem dinheiro para comprar calças que não estejam rotas... Na notícia, veja as fotos em baixo, algumas na Praia de Bote

Ver AQUI 

[3178] Quando os de casa não respeitam os de casa, as broncas acontecem

Imagem Inforpress

Está instalada a bronca no Festival Literário Morabeza. E com razão assistida aos três mais visados que têm toda a legitimidade para se afastarem do evento. Toda! Quando os nacionais não respeitam os nacionais, só assim se pode responder. Arménio Viera, Germano Almeida e José Luiz Tavares não precisam de se pôr de cócoras frente a ninguém. Até porque sem qualquer sombra de dúvida são os melhores das ilhas na sua área, nos dias actuais. Braça tripartida para eles! 
 Ver AQUI

[3177] Um pin de diazá... de cuja sigla Pd'B conhece o significado e que muito dirá também a um certo coronel nosso conhecido...



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

[3176] Para os que gostam de saber coisas que juntam Cabo Verde e Portugal

Hoje é 1 de Outubro e Cabo Verde de facto chegou a Vila Viçosa, o que deixa o Praia de Bote muito mas mesmo muito satisfeito. Quem desejar saber mais sobre essa chegada, que nos interpele que nós daremos os esclarecientos.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

[3175] Sábado, apresentação de livro

Fernando Fitas (1957, Campo Maior) é autor de longa obra na área da poesia, prosa e história local de Almada e nomeadamente do Seixal. Várias vezes laureado, teve como mais recentes prémios o de Poesia e Ficção da cidade de Almada (2014) e o da cidade de Ourense, Espanha (2017). Foi um dos organizadores da homenagem ao poeta cabo-verdiano Jorge Barbosa na Cova da Piedade (2013) e está também integrado no grupo organizador da homenagem de Almada ao romance "Chiquinho" de Baltasar Lopes (para Dezembro.2017).

[3174] Piduca Afinado, outro galo da baía do Porto Grande de São Vicente (ver também os dois posts anteriores)

Já publicado em Portugal (2009), lembramos aqui uma pequena parte deste conto escrito por um grande amigo nosso, mindelense de gema, inspirado no galo de Manuel Lopes...


PIDUCA, O GALO BARÍTONO


Piduca Afinado era um galo muito especial: dizia-se que tinha sério problema no relógio biológico, porque cantava a qualquer hora do dia ou da noite, ao contrário dos colegas que só se manifestavam em momentos certos e se tornavam, por isso mesmo, preciosos auxiliares dos proprietários. Havia quem atribuísse, erradamente, essa característica de Piduca ao facto de ele ser o único representante masculino naquele galinheiro do Alto de Santo António. Mas a verdade é que se tratava de simples paixão pelo bel canto, em nada relacionada com o seu harém. Os donos tinham, para além deste passarão de farta plumagem clara, dezanove galinhas, baptizadas com os nomes das ilhas e ilhéus cabo-verdianos, quando necessário, postos no feminino. As pequenas haviam tomado os dos ilhéus: Santa Maria, Luísa Carneira, Sapada, Cima, Pássara, Branca, Rasa, Sala Rainha e Grande (este, um completo contra-senso, em função das curtas dimensões da dita e do motivo inspirador); as de maior porte possuíam os das ilhas, sempre com adaptação feminina, o que dava estranhas designações como Maia, Foga, Santiaga, Nicolina e Vicentina, por exemplo... 

As galinhas passavam o dia a cacarejar sobre assuntos da sua capoeira ou das capoeiras vizinhas, a debicar no milho que D. Leonilde atirava para dentro do habitáculo ou a pôr ou a chocar os seus ovos. Enfim, faziam o que qualquer galinha normal sempre fez no Mindelo – cidade que, no fundo, e no que diz respeito a galináceos, não é muito diferente de Hong Kong, Rio de Janeiro ou Évora. Piduca, porém, fartava-se da tagarelice contínua e solicitações das dezanove esposas que o destino lhe dera, só abrandado nas horas de temperatura mais alta, em que ele próprio era também coagido pelo calor a suspender toda a actividade. Havia uma, porém, a Brava, que lhe agradava mais que as outras, devido à bela e luzidia cor negra a que apenas duas ou três penas brancas no pescoço quebravam a escuridão. Tratava-se de uma poedeira de grande calibre, motivo de inveja das companheiras e de delícias para D. Leonilde, pela quantidade e qualidade dos ovos que com cadência regular despejava nas palhas, berço de futuros frangos. Aliás, era aquela a zona do galinheiro que Piduca mais frequentava, sempre atento ao nascimento dos filhotes que de vez em quando irrompiam das cascas que Brava ajudava a retirar com o bico. Esta dedicação maior de Piduca por Brava já havia sido motivo de diversas brigas em que fora obrigado a separar a sua predilecta dos bicos das restantes consortes que à uma a atacavam – não sem resposta, pois Brava não se deixava ficar. Foi numa dessas refregas que tirou um olho a Boa Vista, o que passou a ser motivo de chacota no galinheiro até ao dia em que D. Leonilde resolveu fazer com a mesma uma canja para o marido, o Sr. Dudu, que estava doente com mal de barriga. 

Para além de cortejar Brava, Piduca tinha dois prazeres: cantar, como acima se disse, e ler. A cantoria, inata mas treinada em audição de discos que o Sr. Dudu punha todas as tardes depois da sesta, fez de Piduca um Caruso sem igual no anfiteatro do Mindelo. Não sem razão, pois era descendente directo do galo que inspirou Manuel Lopes, o tal que «cantou na baía». Piduca também cantava na baía e o seu cocorocó estendia-se pela cidade, com mais clareza durante as madrugadas, tardes e noites ventosas, um pouco mais restritamente noutras alturas, mas chegando sempre até à rua de Lisboa, excepto em dias de Carnaval em que as canções dos componentes dos blocos a abafavam. É claro que a vizinhança não achava grande graça àquele seu hábito de cantar a qualquer momento do dia ou da noite, o que já tinha dado razão a protestos e a altercações frequentes entre os seus proprietários e os moradores das redondezas. Mas a memória do livro de Manuel Lopes era para ele uma espécie de salvo-conduto e para D. Leonilde a garantia que esta propalava aos quatro ventos quando alguém dizia «Calem a m... desse galo!» ou «Cab... do galo que não se cala, ainda te corto o pescoço!»  (continua, mas não aqui...)

[3173] Um galo, uma baía e um escritor (ver também post anterior)

Manuel Lopes
Ora como se pode confirmar, lendo com atenção, no post anterior apenas falei de excertos de textos, não tendo citado nenhum escritor ou escritores (o que já de si era uma pista). Reconheço que o enigma era difícil e é claro que também não o conseguiria resolver se não conhecesse a sua resolução antecipadamente

Trata-se afinal apenas de um autor e de três textos que se reportam ao mesmo tema/conto, em versões diferentes. Os escritores, quando de gabarito, costumam ser muito exigentes consigo mesmos e não são raras as vezes em que alteram os seus textos tornando-os quase irreconhecíveis quando comparados, embora se refiram ao mesmo tema.

É o caso de Manuel Lopes, um dos nossos heróis, com o conto em que fala de Tói, o guarda de alfândega, também fazedor de mornas, que depara por acaso com uma cena de contrabando de grogue, auxiliado por um galo que dá com a língua... no bico.

O que mostrámos no post 3172 foram as versões apresentadas no n.º 2 de "Claridade" (Agosto de 1936), na primeira edição do livro (Março de 1959) e na segunda (Fevereiro de 1998). Ou seja, num espaço temporal de 62 anos...

Abreviamos por agora os resultados desta constatação que nos dá conta de textos bem diversos (inclusive com parágrafos que tendo ficado iguais mudaram de sítio) e de títulos que nunca foram idênticos. Guardamos o trabalho mais profundo para a altura própria que não aqui. Agradecemos no entanto a participação do Adriano e do Valdemar, dois verdadeiros praiabotistas. Para além do post seguinte relacionado com este e com o anterior, voltaremos quando tivermos paciência, pois estamos agora numa fase de slow-posts, como já sublinhámos.

"Claridade" n.º 2 (Agosto.1936)




 1.ª edição (Março.1959)



  2.ª edição (Fevereiro.1998)