sábado, 1 de abril de 2017

[2932] Um anúncio de 1912 do estaminé de João Loureiro na baixa lisboeta e Fernando Pessoa... ou mais ou menos...

Do mesmo prédio da baixa lisboeta onde Fernando Pessoa escreveu alguns excertos do "Livro de Desassossego" (ver AQUI), partiam alhos, cebolas, chouriço e paios (entre outros acepipes) para S. Vicente. Só no Praia de Bote (considerado na Europa, África, Ásia, América e Praia de Bote o melhor blogue da... Praia de Bote) se descobrem estas coisas... Queremos uma medalha, queremos uma medalha!!!

Modelo em gesso do "Fernando Pessoa" do escultor Lagoa Henriques colocado frente ao café "Brasileira do Chiado" (esse em bronze), fotografado na Faculdade de Belas Artes de Lisboa por Joaquim Saial




3 comentários:

  1. Como descobriste isto, Djack? Significa que em S. Vicente se comiam produtos ungidos pela cultura pessoana.

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    1. Fácil! Ao ler o endereço do João Loureiro, fui ver o prédio no Google maps, que ainda lá está. Depois, aqui na pesquisa do Google, escrevi o endereço completo e qual não foi o meu espanto quando me saiu material pessoano.

      É de facto muito engraçado que enquanto em horas vagas do seu emprego naquele 1.º andar da Rua dos Fanqueiros o Fernando Pessoa ia escrevendo uma das obras mais famosas da literatura portuguesa, provavelmente no R/C por baixo dele se tratava de enviar cebolas e chouriços para São Vicente...

      Braça divertida,
      Djack

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  2. Reparem bem: - S. Vicente !
    Isto diz tudo quanto recusam de aceitar.
    Està preto no branco e não foi inventado
    pelo Praia de Bote.

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