sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

[3391] Forças Armadas cabo-verdianas. Oferta de ano novo, especialmente para o nosso colaborador militar

5 comentários:

  1. 51 Anos.!..

    Precisamente no ano em que que passei à disponibilidade do exercito em Cabo Verde...

    Papel passado pelo velho Sargento Carvalho!

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  2. Djack, un otchá sabim ês intrivista em criol. Un percebê tud e un cuncluí qu'un tá percebê criol badiu moda criol de Soncent, de Bubista ô ote ilha quolquer.
    Criol de badiu tem um muzca prop talvez atê maz bnit que criol de Soncent ma ês impresson minha talvez ê dvid boa voz e boa dicson de mnina intravistadára. Sim, sê voz tem um muzquinha sabe.

    Só não entendi a razão por que não se dirigiu aos militares pelos seus postos, como a circunstância recomendava, mas por "senhor". Ela também confundiu a situação de reserva com a situação de reforma e o capitão reformado por sua vez também não esclareceu bem a diferença.
    Gostei de ver o "mocim" que é pupilo das Forças Armadas, uma ideia que foi adoptada há alguns anos e que merece toda a minha aprovação e aplauso. Creio que a filosofia é os quartéis acolherem rapazes socialmente desprotegidos que queiram estudar e ser alguém na vida, apoiando-os em todos os aspectos. Bravo!
    No mais, achei boa ideia esta entrevista, assim como interessante o programa de actividades em vista para assinalar a passagem do 50º aniversário das Forças Armadas Cabo-Verdianas.
    A minha dúvida, aliás já manifestada em outras ocasiões, é como pode um país pequeno e de magros recursos suportar o peso de todas as instituições ligadas à preservação da sua soberania. Por isso é que sempre admiti que Cabo Verde talvez devesse ter, preferencialmente, uma única força para a garantia da sua segurança interna e para isso os militares deviam ser convertidos em polícias. Uma componente significativa dessa força de segurança seria marítima. A segurança externa poderia ser objecto de cooperação internacional.
    Em todo o caso, o meu carinho para com os meus colegas militares cabo-verdianos, a quem envio daqui um abraço fraterno.

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  3. Sem guerra...

    Por motivo de doença só esta semana tive oportunidade de abrir o "computa"...

    Portanto, só agora recomecei a ler os postes do blogue PB...

    Fiquei siderado com o poste sobre "comentaristas"- ,etc

    ..."Dai que Adriano Lima, José Fortes Lopes , Valdemar Pereira e Zeca, Soares tenham carta branca..."

    Assim, outros que combatam ...
    -- EU VALDO-ME... DESERTO.

    Não vou esperar 6 meses para obter uma guia de marcha de entrada na "Guerra"... Parece "inté" carta de alforria...

    Assim, dou aqui por terminada de vez a minha leitura e intervenção de comentarista.

    Que seja feliz o Comandante amais os seus incontestáveis "guerreiros".

    Embora tenha consciência de que não deixo falta, deixo o grito de indignação:

    Até nunca mais.

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    1. Desculpe, Artur, mas não percebi patavina deste seu comentário. Está codificado e nem as cifras da tropa (eu que até tirei o curso de criptografia quando capitão) me ajudam, caraças.
      Às vezes, tenho tantos afazeres que fico sem possibilidade de atacar cada post no timing em que é colocado. Pior ainda quando o Djack mete um "ctchada" de posts no mesmo dia. Mas apareço depois e ponho em dia a escrita.
      Nada é definitivo, Amigo Artur. Só a morte. E estamos lembrados de que só a morte fez encerrar o blogue do Amigo que no ano passado nos deixou.
      Diz que “tem consciência de que não faz falta” mas não é esta a opinião dos seus amigos e companheiros cibernautas.

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    2. Caro amigo Artur,

      O facto de agora ter reaparecido, após muitos meses de ausência, foi uma surpresa e ao mesmo tempo agradou-nos muito. Mas o facto de ter estado tanto tempo afastado do Pd'B e não ter lido com atenção as regras que aqui entretanto estabelecemos, fez com que não percebesse exactamente o funcionamento actual do blogue.

      Resumindo, toda gente pode colocar comentários (todos, mesmo TODOS, e quando lhes der na vontade), coisa que muito nos interessa, para este ser um local sabim de faladura cabo-verdiana. Mas se há pessoas que nunca ou rarissimamente comentam e depois querem publicar textos ou conseguir informações sobre coisas cabo-verdianas (vários universitários o têm feito), isso não pode ser. Nós aqui não somos a Misericórdia ou a Cáritas dos investigadores... Nós, o amigo Mendes incluído, somos um grupo bem disposto mas não gostamos que outros venham buscar a manga e nem sequer deixem o caroço...

      Finalizando, trate mas é de comentar que os seus comentários são sempre bem-vindos. Outra coisa não seria de esperar de um ex-Ernestino. E mande o material sobre Nhô Eugénio que ele será divulgado com indicação de quem o cedeu... obviamente e como sempre.

      Braça à lobo do mar,
      Djack

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